Libere crédito mais rápido
O crédito sai em tranches, e a próxima só é liberada quando o canhoto volta.
Com o lastro digital validado na hora, o capital gira sem esperar o papel.

Por que importa para a FIDC
O canhoto é a única parte em papel do processo — e a que mais custa caro. Digitalizá-lo destrava as três dores centrais da operação de uma FIDC.
O crédito sai em tranches, e a próxima só é liberada quando o canhoto volta.
Com o lastro digital validado na hora, o capital gira sem esperar o papel.
A maior dor da FIDC: nota emitida e boleto trocado para uma venda que não existe.
O canhoto digital comprova que a entrega aconteceu — lastro real, duplicata fria muito mais difícil.
Comprovante de entrega com validade jurídica embasa a cobrança e a execução judicial do cedente.
A prova da entrega vira munição de recuperação.
Hoje na operação
O FIDC já é digital no XML e no registro da duplicata. Aí esbarra no canhoto físico para liberar a próxima tranche e confirmar o recebimento do cliente.
A próxima tranche só é liberada quando o canhoto físico volta e é validado. Capital empacado num documento em trânsito.
Times e operações inteiras existem só para receber, conferir e auditar canhotos. Custo fixo alto para uma tarefa manual.
O cedente emite a nota, troca o boleto, mas a venda não existe. Sem prova da entrega, a FIDC financia um recebível sem lastro.
Como o FIDC entra
O FIDC adquire o ComprovaFácil,
coloca seus cedentes para usar e
acompanha o lastro da carteira pelo
portal.
O controle do monitoramento — e do
antifraude — fica com o fundo.
O embarcador/cedente que já usa o
ComprovaFácil compartilha o painel de
comprovantes com o FIDC que compra
seus recebíveis.
Entrada rápida, sem nova contratação
do lado do fundo.

Lastro, não papel
O ComprovaFácil transforma a única etapa em papel da
operação em lastro digital, auditável e antifraude — vinculado
à mesma nota que você já registra. Crédito mais rápido,
carteira mais segura.
O que o portal entrega ao FIDC
Veja o status do lastro de cada
duplicata: aguardando canhoto ou
validado. Monitore a carteira inteira
sem planilha e sem ligar para o
cedente.
Cada duplicata carrega o
comprovante de entrega — foto,
assinatura, CPF, geolocalização —
pronto para auditoria.
A prova de que a entrega
aconteceu reduz drasticamente
a duplicata fria — nota emitida
com boleto trocado, mas sem
venda por trás.
Canhoto validado destrava a
próxima tranche na hora. O capital
gira sem o gargalo do papel em
trânsito.
Comprovante com validade
jurídica embasa a cobrança e a
execução do cedente. A prova da
entrega vira munição de
recuperação.
O lastro se acopla à NF-e que o
FIDC já consulta para registrar a
duplicata. Encaixa no fluxo atual,
sem reinventar a operação.
O lastro digital elimina o back-office
de receber, conferir e auditar
canhoto em papel. Menos custo
fixo por duplicata — ROI direto na operação.
A trilha de evidências digital facilita a
vida do administrador fiduciário, do
custo diante, do auditor e do rating.
Lastro auditável reduz ressalvas e
pesa na captação de cotistas.
O app registra devolução e
entrega parcial. Você enxerga
o recebível que pode não se
concretizar antes de liberar mais crédito.
Entregas que não confirmam no prazo
viram alerta no portal.
Você vê o problema no
cedente antes do vencimento,
não depois do calote.
Com lastro automático, o FIDC
opera mais cedentes e gira o
capital mais vezes sem crescer o
back-office manual. Mais giro
do PL, melhor retorno.
O comprovante de entrega digital
conversa com o arcabouço de aceite
e registro da duplicata escritural e das
registradoras. Confirme a aderência
ao seu fluxo com o jurídico.
Agende uma demonstração!
Mostramos como ativar o módulo, colocar seus cedentes para comprovar e acompanhar a liberação de tranches pelo portal do FIDC.
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